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Estágio em Fisioterapia

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Ao longo de sua carreira, o fisioterapeuta pode atuar em diferentes áreas que visam à prevenção, à cura ou à reabilitação da capacidade física funcional dos pacientes, seja qual for a idade. De acordo com suas necessidades, muitas pessoas têm recorrido à Fisioterapia com o objetivo de recuperação de funções motoras, realização de atividades sem dores, dentre outras finalidades. E a profissão, assim, vai ganhando destaque.

Qualquer estudante que esteja se preparando para exercer a profissão, deve passar por uma fase de estágio obrigatório, geralmente, a partir do terceiro ano de graduação. Consultórios, clínicas particulares ou hospitais que estejam conveniados com instituições de ensino podem abrir espaço para que o aluno tenha a oportunidade de aplicar o que aprende de forma teórica e superficialmente prática no curso. Mas para a realização plena do estágio é necessário que ambas as partes atentem para o cumprimento de alguns papéis:

Deveres da clínica conveniada:

–  Apresentar todos os processos clínicos aos estagiários;

–  Exigir o cumprimento de horário;

– Estimular o estagiário aos estudos científicos (leitura de artigos) ou relacionados aos atendimentos da clínica;

– Monitorar o estudante nas tomadas de decisões clínicas;

– Cobrar do estagiário estudo de casos clínicos periodicamente.

Deveres do estagiário:

–  Realizar estágios somente em clínicas conveniadas;

–  Respeitar as diretrizes da clínica conveniada;

– Cumprir os horários determinados pela instituição;

–  Não tomar decisões clínicas sem consultar o seu professor ou chefe do setor.

De acordo com as diretrizes do MEC, o correspondente a quatro mil horas de toda a carga horária de graduação em Fisioterapia (20%) deve ser dedicado aos estágios.

O campo de atuação é muito amplo, ultrapassando as áreas muito conhecidas (traumato-ortopédica, neurológica, e esportiva) e, dessa forma, é indispensável que o aluno tenha contato com esses diferentes ramos da Fisioterapia, tanto para testar e qualificar seus conhecimentos assimilados nas aulas, quanto para encontrar seguramente sua especialização.

Durante o período de estágio, o estudante poderá:

– Prestar auxílio ao fisioterapeuta e orientações ao paciente no decorrer da fase de terapia;

– Realizar a busca de equipamentos necessários à terapia;

– Monitorar os equipamentos durante a sessão de terapia;

Além de outras atividades que dependerão das necessidades do ambiente onde trabalha. Contudo, essas tarefas sempre se limitarão aos conhecimentos que o estagiário dispõe até então, uma vez que o bem-estar e a saúde do paciente não podem sofrer comprometimento.

A paciência é um dos principais critérios para o aprendizado e exercício da profissão, uma vez que o cuidado dos pacientes e a compreensão das implicações das deficiências humanas dependem também de um preparo pessoal e de consciência. O período de formação externo às paredes das salas de aulas é indispensável para a vivência real da profissão e de suas exigências, uma vez que assegurar a qualidade de vida dos futuros pacientes deverá ser a prioridade.

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