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Fisioterapeuta, saiba quem é seu verdadeiro concorrente

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Caros colegas e estudantes de fisioterapia,

Como muitos já sabem eu tive a felicidade e a iluminação de Deus para criar em 2005 um programa de tratamento para coluna vertebral com grande poder de resolubilidade e, graças a minha inquietude, resolvi compartilhar esse modelo de tratamento e de negócio com centenas de fisioterapeutas do meu país e exterior, criando assim a primeira franquia de fisioterapia do Brasil. Formamos um grande time com  fisioterapeutas de alto nível e dessa forma passamos a ter grande visibilidade. Em apenas oito anos de existência o ITC Vertebral é provavelmente uma das empresas mais conhecidas do nosso país no ramo de fisioterapia.

Como em todo negócio de sucesso é natural que exista os admiradores, como também os que torcem contra. Tivemos médicos se manifestando publicamente contra o nosso programa de tratamento, os colegas fisioterapeutas sempre nos questionavam nos eventos científicos, mas o tempo e, principalmente, a estratégia desse time vitorioso se encarregou de mostrar que nós estávamos no caminho certo e  fundamentados cientificamente.

Compreendo e encaro com naturalidade as críticas. Ainda me causa algum espanto com as tentativas de imitações, algumas ‘‘de quinta categoria’’, outras feitas por profissionais do assunto, mas que no final se tornam ridículas, sem crédito, as pessoas riem,  e com certeza envergonham os próprios copiadores. Esse costume não é novidade no nosso país e muito menos na nossa profissão. Se formos para o ramo de cursos e formações em fisioterapia, aí que a coisa é mais ridícula. Conheço vários colegas aqui no Brasil, inteligentes e capazes que poderiam ter criado novos cursos, novos conceitos e principalmente novas MARCAS (ferramenta mais valiosa de uma empresa), mas não, por insegurança, falta de visão ou por se acharem espertos, preferiram a imitação, a falsificação para ludibriar estudantes e profissionais desinformados. O resultado desses profissionais e desse tipo de ação é o mais notório e óbvio, O INSUCESSO.

Se os futuros profissionais de fisioterapia são educados e formados por esses “professores”, como poderemos exigir ética, respeito e profissionalismo dessa nova geração?! Não posso me queixar dos colegas que tentam nos imitar, pois eles acham que isso é o correto, essa prática eles viveram e sentiram através dos seus ídolos, “mestres”.

Amigos, costumo dizer que não tenho concorrentes, não por achar que não exista colegas competentes ao nosso redor, pelo contrário, a qualidade técnica dos fisioterapeutas melhorou muito nos últimos treze anos. Mas é importante que todos saibam que os nossos concorrentes não são os colegas empreendedores, inteligentes, muito menos as clínicas e consultórios bem estruturados . Os nossos verdadeiros concorrentes são os shoppings, os salões de beleza, as roupas de marca, os carros novos, restaurantes caros e principalmente a falta de unificação e definição do que é verdadeiramente fisioterapia no nosso país.

Existem hoje no Brasil duas fisioterapias: uma que recupera e outra que não funciona. Dessa forma não criaremos a CULTURA de uma profissão necessária para sociedade, assim como ela criou e se habituou com os preços altos de produtos supérfluos citados anteriormente. Ora, se os costumes mudaram no que tange a consumo de bens e serviços e se existe demanda para os bons serviços fisioterapêuticos! Pergunto: por que a necessidade de ‘’puxar o tapete’’ dos colegas? por que perder tempo julgando os outros serviços?  aonde fica a ética? Hoje, um dos meus trabalhos é dar consultoria para os colegas franqueados, fruto da minha experiência de vinte e oito anos de fisioterapeuta e empreendedorismo, como também de pesquisas de mercado realizada em todo o Brasil. Portanto, meus colegas, conheço muito bem a fisioterapia do nosso país, as peculiaridades fisioterapêuticas de todos os nossos Estados e das principais cidades brasileiras. Com isso posso lhes assegurar que se houver união, cooperativismo, participação nas entidades que buscam o nosso melhor e ética, a nossa profissão dará um salto qualitativo, gigante!

Esse é o nosso momento, não podemos perder a oportunidade de mostrar o quanto somos útil para a saúde do nosso país.

Invistam, estudem, participem e cresçamos juntos .

Helder Montenegro

  • Martha Aurora

    Boa Tarde. Tenho uma Clinica de
    Fisioterapia. Trabalhamos com problemas para a Coluna. Gostaria de saber sobre o seu trabalho.
    Atenciosamente
    Martha Aguilar. Gerente Geral.
    American Spinal Care.
    martha_auroraa@hotmail.com

  • Rai Novais

    Olá!
    Estou de acordo com tudo que o texto diz.
    Mas entendo que copiar o que já existe é muito mais fácil do que criar novos métodos e técnicas fisioterapêuticas. A replicagem é mais prática. E isso, quando feito dando créditos ao desenvolvedor, é bom, porque algo cientificamente comprovado contribui para a melhora clínica do paciente. PORÉM, trazer para si e com isso denominar-se o criador da técnica é algo desrespeitoso e imprudente.

    Realmente o que deveria haver dentro da fisioterapia era a cooperatividade e o trabalho unificado, onde todos, com profissionalismo e caráter ético, se ajudassem e dessa forma proporcionasse a Fisioterapia se reafirmar no cenário da sociedade, mostrando eficácia e solução dos problemas dos pacientes. Mas para termos uma fisioterapia resolutiva, precisamos ter Fisioterapeutas comprometidos com o que faz!

    É preciso criar uma consciência mais humanizada, onde o Fisioterapeuta possa pensar mais no paciente e não apenas no valor do tratamento (claro que precisa-se ter um valor digno estipulado para a terapia, mas o olhar humano direcionado no tratar/cuidar/curar deve vir à frente ) e com isso tornar essa bela profissão necessária para sociedade.

    É insano achar-se perspicaz ao copiar, imitar e dizer-se dono de técnicas que não são suas. O que deve-se fazer é honrar àqueles reais idealizadores dos métodos fisioterapêuticos. Pois isso faz a Fisioterapia ser grande, necessária e ser resolutiva.

    Deixo aqui meu lamento enquanto estudante e futura profissional pertencente a classe.
    E minha admiração ao senhor, Dr. Helder Montenegro.

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