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Reeducação Postural Global (RPG) por Philippe Souchard, criador do método

13 comentários
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Uma semente, raízes, ramos… e a crise!
Por Philippe Souchard, exclusivo para o Blog da RPG Souchard no Fisioterapia Manual.

A Reeducação Postural Global – RPG nasceu em 1980. É muito e é pouco. Muito, porque isso poderia fazer pensar que se trata de um método já ancião, em um mundo que evolui tão rápido. Pouco, porque 30 anos é o mínimo de tempo necessário para assentar uma reputação, que deve basear-se sobre uma constância de resultados clínicos, uma metodologia irrepreensível e a publicação de estudos científicos corroborando seus princípios.

Quantas técnicas, aduladas em um primeiro tempo, não tiveram mais do que um efeito de moda e desapareceram tão rápido quanto nasceram, criando ainda mais decepção do que o entusiasmo que suscitaram?

Mas, um grão revolucionário, como o de nosso método, nasce sempre em um terreno pouco propício a acolhê-lo. Seu enracinamento no mundo científico é um combate. A saída de seu primeiro broto já é uma vitória! E, em um país como o Brasil, onde o entusiasmo e o desejo de aprender dos fisioterapeutas é tão notável, isso suscitou imediatamente o interesse.

Entretanto, seja qual for o país, nossa profissão não pode seguir unicamente pulsões, “noblesse oblige”. Para que estas respondam duravelmente às esperanças de nossa profissão, numerosas condições são necessárias: uma implantação e um reconhecimento internacional, obras marcantes, uma equipe de docentes irrepreensível e constantemente atualizada. É preciso, mesmo, durante as formações, a presença do criador do método.

A Reeducação Postural Global – RPG deve, é claro, ser capaz de resolver os diferentes aspectos das patologias musculo-esqueléticas que afetam nossos pacientes e que são de nossa competência. Problemas de dores articulares ou musculares, deformações morfológicas, patologias pós-traumáticas ou neurológicas, distúrbios da coluna vertebral de origem profissional ou mesmo desportiva, perturbações de origem mecânica da respiração…

O campo de aplicação é imenso e o método de tratamento deve, certamente, elevar-se ao nível de complexidade de todas essas patologias. Isto não é simples e nunca o será.

Como se pode imaginar que um tal método de tratamento possa ser ensinado em alguns fins de semana? Como se pode pensar que suas aplicações e modus operandi permaneçam fixados? Esta é a razão pela qual a RPG está sempre em evolução, para não dizer ebulição, neste período preciso, graças à criação de novas ramificações, dirigidas de maneira mais específica a certos problemas patológicos e, em particular, ao das lesões articulares.

A RPG representa hoje 22.000 fisioterapeutas já formados, cursos regulares em 14 países, um Mestrado na prestigiosa Universidade de Roma – Tor Vergata -, 45 professores-adjuntos e monitores, alguns dentre eles tendo desenvolvido, mais do que eu o fiz pessoalmente, competências específicas em certos domínios e uma capacidade admirável para transmití-las a nossos alunos.

A RPG é, principalmente, uma formação de base de 5 semanas, incluindo o tratamento dos problemas morfológicos como o das lesões articulares. São reciclagens gratuitas e formações superiores facultativas, para quem o deseja.

Isso permite a cada fisioterapeuta RPGista formado, aceder a uma prática liberal de sua profissão, sem jamais temer, graças aos resultados obtidos, a falta de clientela. A época atual nos traz a prova, mesmo na Europa, onde a situação de crise está muito difícil.

Porque, se é possível imaginar que veremos um dia o fim do caráter agudo dessa crise internacional, não há dúvida alguma de que os tempos estão mudando e de que será necessário buscar sempre a excelência, cada vez mais, para viver dignamente de nossa profissão, tanto no plano moral como no material.

Este é o caminho no qual nós nos engajamos e que encorajamos todos os nossos colegas a seguir. A RPG Souchard vive, no momento, uma evolução acelerada. Está na primavera de sua existência.

O Projeto Inovar o testemunha, pela visibilidade que oferece ao método e graças, em particular, à identificação e à promoção dos fisioterapeutas que fizeram a formação ou que a seguirão no futuro.

O esforço empregado e a competência adquirida merecem que sua diferença seja reconhecida.

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Você já conhece o Facebook da RPG Souchard? Acesse aqui.


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  • Vaninalobo

    Com um amplo conhecimento da fisioterapia, PHILIPPE SOUCHARD vem nos mostrar o quão dedicado e a sua profissão e ao seu método. Método este, que agrega a diversas patologias e mostra que se dedicado, o profissional poderá ser muito bem sucedido obtendo resultados que darão não somente a RPG, com ao Fisioterapeuta a credibilidade necessária para o seu reconhecimento e seu futuro. Cabe somente a nos, fisioterapeutas, termos a opção de sermos melhores. Buscar sempre a melhor qualificação. Parabéns a RPG SOUCHARD pelo crescimento que sempre me forneceu. Obrigada a PHILIPPE pelo eterno aprendizado!

  • Catharinabarros

    Deixo aqui minha total admiração ao professor Philippe Souchard e ao seu método RPG Souchard que hoje são pilares em minha vida.
    Meu imenso respeito e carinho.

    Catharina

  • Flavio Tomazelli Faim

    Sou muito feliz com meu trabalho, graças a RPG consegui mostrar para meus pacientes e para mim mesmo que minha profissão funciona, isso é muito confortante,  Obrigado Professor Philippe e a todos responsáveis por difundir o verdadeiro RPG o RPGSouchard.

  • Debora pereira

    A RPG mudou o cenario da fisioterapia no Brasil, nos trouxe autonomia,principalmente pela capacidade de analisar e tratar o paciente de forma unica no universo das patologias musculoesqueleticas. Agradeço a RPG,que abre portas aos profissionais que aspiram o diferencial.        Debora Pereira

  • Obrigada, Philippe, por criar a RPGSouchard, que tantos pacientes tem ajudado ao longo desses 30 anos, através das mãos de inúmeros fisioterapeutas formados por você e sua equipe, em tantos países.

  • excelente artigo, parabéns ! 

  • Admiro o Professor Philippe Souchard.Quanto ao seu método só tenho que elogiar porque resulta mesmo.Sei um pouquinho sobre ele,mas aplico-o e vou fazer dele, ao reiniciar a minha actividade numa Associação na minha área de residência :” O meu Pilar” Bem Haja.

  • Querido Mestre, obrigada pela sua existência e ensinamento. Obrigada tb aos monitores que contribuiram para minha formação!!!

  • Eduardo Rhoden

    Caro Palmiro, penso que o que essas pesquisas não levaram em consideração é o porquê dessas bactérias se infiltrarem em 30%, 50% ou 80% dos pacientes e nos outros não, quais desequilíbrios favoreceram isso, pois bactérias sempre existirão, o que nos deve preocupar como terapeutas do movimento é a perda da capacidade do nosso organismo fazer frente a essas bactérias. Essa é a minha opinião. Abraço.

  • Palmiro

    Simone

    Eu tambem como osteopata e fisioterapeuta manual não utilizo remédios ,mas tenho que admitir sua validade em várias situações clínicas

    A colocação de que nosso corpo contem bactérias é verdadeira mas não se sustenta pelo simples fato de que sua inocuidade em algums áreas nao garante que o mesmo ocorra em outras.Veja o caso dos staphylococcus aureus que são inócuos na pele mas que quando entram na circulação fazem um tremendo estrago levando a sepsis e a morte em alguns casos
    No caso do artigo em questão estas são bacterias de baixa virulencia .Isto é verdade.
    Nao sabemos muito sobre as alterações tipo MODIC 1,mas acreditava se até o apareciemento de alguns artigos que eles fossem realmente devido alterações biomecânicas.Agora agrega se mais uma possibilidade.E assim que caminhamos
    Quanto a pensar biomecânicamente é mais uma das muitas possibilidades que temos para lidar com a complexidade do nosso organismo,mas isto nao pode excluir as outras.

  • Palmiro

    Quanto ao artigo temos que admitir que tratase de um artigo muito bem escrito do ponto de vista metodologico.Acompanhei esta discussão em vários blogs inclusive os blogs mais céticos como de HARRIET HALL que tem o Evidence Based Medicine.Ela mesmo disse que so precisamso ter cautela.Concordo plenamente com ela pois durante anos trabalhei em um Hospital dos mais “cientícos” e ate hoje costumo questionar a SINDROME do ULTIMO ARTIGO
    naquela ocasião ao sair um artigo novo ,imediatamente o colocávamos em prática mas esquecíamos tudo que fazíamos até então.
    A conclusão dos autore é extremamente sensata pois afirmam que os resultados foram só apra este “sub- grupo” e alem do mais alertam para os riscos de resistencia bacteriana caso os antibioticos sejam utilizados indiscriminadamente

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